24 de julho de 2010

SABER ESCREVER

Agora
escrevo
mais tarde,
onde
a hora
demora
e
a
goma
descola...
Agora
escrevo
sem
hora
e
não
imploro
por compaixão...
Agora
escrevo
sem
norte,
mas
com sorte
de
quem
apetece...
Agora
escrevo
porque quero
que
assim
seja
e
que esteja satisfeita
porque
juntei
a
hora,
e
jurei
não mais
andar à nora.
E
por
fim
escrevo mesmo
porque sim
larguei
o arresto...


Comentários
mariamega2001@gmail.com

VINCENT IN NY

Por baixo
dos carris,
vive o Vincent.
Ainda pensa
ainda mexe
ainda clama
e
espanta
a comunidade.
Transporta
a
saudade
que
a face tosca
lhe obriga
a esconder
o filme duma vida,
que nem
em filme
ele ousa viver...
Que explicação
existirá
para responder
a hesitações
de figuras explosivas
que insistem
em luzes tardias.
Sorte
a dos filmes
produzidos sobre carris.
Relinchos de sopros
de confrontos sonantes
e petrificantes,
vorazes de curvas
que derrotam
tira-linhas.
Risca o mapa,
risca do mapa
a capa
cheia
de nata
que sulca
o sabor da tua boca.
Aproveita
torce
e foge,
deixa esse caminho,
penetra por debaixo,
levanta o espanto
alcança sem descanso
o vagão
que transporta
o supremo
da diversão...

REJEIÇÃO

Se a rejeição falasse...
Dar-te-ia
a comoção
que encontrei agonizante,
numa estação
de barcos a vapor...
Rio abaixo,
direita ao agonio
passei sem olhar
e encontrei no tropeço
o meu sofrimento.
Saudei-lhe um cumprimento,
entupi o momento
cuspi moldes
montei
peturbações
e
lembrei-me
que ainda
tinha espetado
um cheiro
daquela rejeição,
que me fazia franzina...
Tina
que tinha
tinta
que
era
bonita,
escreve assim
como eu gosto
tudo
numa
só
linha!

PENSAMENTOS NOCTURNOS

A música é negra
toque de ritmo vermelho
com saber de cigana...
Deita as cartas menina,
tira a sorte,
guarda o teu porte
suporta o timbre.
Dança
e mexe o ventre,
sente,
prende o som
que solta o teu engodo.
Mistura fugas
de acordes
que permitem
o deambolar
de notas perdidas.
Endofinas,
morfinas
e bebidas sem medidas
que esvaziam
pautas plantadas em quinas,
saídas
de rebuços
que aquecem
suavemente
a minha mente,
crente,
pendente,
sobre uma salva
que um dia
transportou arritmias
dum bater
dum coração
onde por fim,
estabilizou o sofrimento
relatado
num rosto
deslavado
dum soldado mulato.

12 de julho de 2010

1 de julho de 2010

2001 ODISSEIA NO ESPAÇO


Loucuras dispersas
que caem em roldão.
Odisseias de macacos
selvagens,
irritantes,
desesperantes.
O espaço
acaba
transforma-se
em bolhas de sabão.
Transportam
pragas
e chagas petulantes...
Escavadoras
fugidias
assomam
risonhas
e despreocupadas.
Uma massa
bruta
de neurónios
fundidos,
derretem a lava.
Escorrem
escorregam...
Amarfanho
ilusões
profanações.
Dedilho
constelações,
simplifico diagramas
e a dimensão
modifica-se
como
se explorasse
movimentos consumados.
O sangue
espirra,
o ardor
de atingir
sombras tranquilas
acontece.
O arrasto
de sagas
ilude
a transposição
de perfis transparentes.
Sulca
o declínio
alarmante
duma simples arrogância
onde
a ganância
seduz
e a audácia
produz.
Presumo
e
assumo
que
me apetece
voar
como os macacos.
Voltei ao meu natural...

30 de junho de 2010

SOLUÇÃO

Cães que uivam,
ladram.
o som perturba-me
esgota-me...
Desfalece-me,
o soluço cansado
que elaborei durante o dia.
Dobrados,
sobre pedras aguçadas
outros sons resurgem.
Esses irresponsáveis!
Vozes revoltas,
que se arrastam,
motores toscos e agonizantes...
Parou!
Parou tudo!
Não cheiro mais sons.
Traço uma linha
na minha imaginação
e pinto-a.
Sonho olhá-la,
agora...
Sem som!
E o quadro
marcado no fim da linha
aguarda.
Ligo o som!..........


29 de junho de 2010

ESTAR CONTIGO


Estar contigo,
é como ancorar, num porto
onde o calor do sopro,
aquece a minha mente.
É como abraçar um mar,
que eu não conseguia ir.
É uma magnífica sensação
de sorrir,
a tudo que não existe...
É largar a corda da vida,
desprender,
trazer e colher...
É saber,
sem nunca esquecer
que o perder,
não permite.
É brincar,
é praticar,
é salvar.
É lavar,
e saborear o gosto brilhante
que a luz dos teus olhos,
me enlaça o carinho...
É clamar à onda
que bate na estrada,
duma enseada em fuga
É luta!
É o rachar da fechadura.
É grito que explode,
É travo fervente!
É o relembrar,
de tudo aprendido.
É o topo do jogo
sem lançar trunfos...
É amar!
É viver!
É saber estar,
e fluir...

26 de junho de 2010

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SOME PORTUGUESE WOMEN BORN +- 1930


Mulheres que arrastam os pés,
que não conduzem o leme,
que não pularam a sebe...
Que nem,
2 chás das 5,
serviram para debulhar o seu altar...
Mulheres que não aplaudiram o tempo,
que não apalparam o calor da noite,
que não possuem carisma...
Mulheres que pensam,
que o bater do talismã
que prendem junto ao peito,
lhes dá sómente,
uma falsa imitação
do subtrair da razão...
Mulheres que enfatuam
saudades mal geridas,
caturras,
obtusas...
Que merda merda de criaturas!!!
Que não quiseram engordar gerações futuras.

20 de junho de 2010

ALGUM AMOR


Alguma vez,
me deixaste de amar?
Alguma vez,
perdeste o sabor do meu perdão?
Ou será assim,
tão de mansinho,
quando te entregas a mim...
Que sinto,
um abrigo,
tão sózinho,
que perdeu o caminho...
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mariamega2001@gmail.com

PURPLE RAIN


És tu,
meu cavaleiro de chuva roxa,
que marcas as passadas desta minha caminhada...
Senhor digno,
que carregas o peso da cor sem dor...
Apetece-me.
amar-te,
desejar-te,
esperar-te sem nenhum estandarte...
Nua e crua,
a verdade perdura,
e não tem cura...
De rastos,
com os pés gastos,
estendo-te então estas minhas mãos duras...
Chuva roxa,
que não és coxa,
estande-me uma estrada,
sem ser frouxa!

LUAS

Estava Ícaro ainda no rescaldo dumas quantas labaredas, mais rebeldes, que lhe
aqueciam o seu formoso traseiro, quando deparou com uma Lua deslumbrante, que
o perturbou na sua azáfama de sacudidelas de restos de cinzas, que teimosamente se
alapavam aos seus gestos dourados...
Lembrou-se então duma irrequieta bruxinha, que vivia do outro lado das serranias...
Como de deslumbre fantástico todo o Universo é concebido, agitou a sua telepatia, movida por alta energia e tocou-lhe à campainha.
Contou então à dita bruxinha, que ele sabia que possuía alma sadia, o encanto que então vira!
Sábiazita a pequenita lá no seu mundo de fantasia e agradada com tanta gentileza de tal ser, apressou-se a retratar esta imensa maravilha, para um dia lhe oferecer...

LUAS


Ao veres a bela,
e longa lua cheia
plena de brilhos,
irradiando o começo da noite...
Lembraste-te de mim!
Surpresa boa a minha,
de reconhecer em ti,
o que me espanta,
o que me encanta...
Como pérola tardia,
que sou da cor da lua,
rolei para ti,
levando-te o canto divino,
que dorme no meu leito...
Rodeio-te,
ladeio-te,
contorno-te, com cheiro de musa...
Enterro as minhas mãos no teu corpo,
deleito-me em ti,
com toque de sol,
captando a tua força,
a tua luz,
que me deslumbra,
e me dirige ao teu prazer...
Agradeço-te,
no teu compasso,
com trato de sereia,
que seduz,
e maneja o saber...
Aí a torre desvia,
e a tua luz forte,
capaz de me derrubar,
aquece-me então...
Derretendo o meu coração...

LUAS


Lua de cheiro negro,

olhar límpido,

brilhante e espansivo...

Onde o som,

penetra cálido e misterioso,

de encontro à emoção,

duma razão,

plena,

suave,

e lânguida...

Abraço desejado,

que marca a esperança,

de agarrar algo eterno,

que me choca por vezes,

mas que me apetece,

sorrir,

pedir,

e escorregar no ir...

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mariamega2001@gmail.com

8 de maio de 2010

AQUELA HORA


O QUE EU SENTI E ESCREVI NA HORA EM QUE O MEU FILHO PARTIU.................
AINDA BEM QUE O SENTI ASSIM.
AINDA BEM QUE O ESCREVI................................
A santa sorria,
através do deslize do vidro...
As horas batiam,
como pedradas ocas...
O livro saltava das folhas,
as letras suspiravam por mim.....
Peguei em ti,
minha pétala rasgada sem fim,
rocei-te o meu instinto tardio,
amaciei a minha pele,
no teu carinho,
no teu afecto...
A santa sorriu,
o jarro estalou,
o copo partiu,
levando com ele as horas,
que rolaram,
soltas,
livres,
do método,
do abafo...
Dum rasgo olhei,
e a santa sorriu!
Que estejas em paz Francisco

2 de maio de 2010

LIBERTAÇÃO


Pedes-me então agora,
para eu não me despir!
Como tal o conseguirei fazer,
se a existência, da minha vida,
é o sentir.......
No entanto,
confesso que com algum espanto,
ensarilhei o meu carreiro,
lancei-me no terreiro,
trabalhei o pão,
com todo o meu coração......
Sem senão,
nem perdão,
e plena de comoção,
lembrei-me,
que sou tua..........
E apareci-te,
toda nua!

PARA TI MÃE


Mãe,
que me confessas,
a saudade,
que tens de mim.....
Mãe,
que te recordas,
do calor dos meus abraços,
quando para o teu colo,
saltava a sorrir........
Mãe,
que sentes o estilhaço,
que me percorreu,
o peito,
e me deixou sem jeito.........
Mãe,
que és lei,
que és dádiva,
que és feno,
que és plena.......
E conseguiste,
fazer-me vida!

QUE O SONHO SE TORNE REALIDADE

Lá fora a lua escondia-se,
o vento entrava,
fresco e solto pela minha muralha........
Gosto tardio o meu,
de sonhos capazes ,
audazez,
mas que acabaram num fio............
A vela apagou-se,
fugiu a vida,
que corria ao teu encontro........
Sonhos,
sonhos e mais sonhos........
Se sonho mais?
A ti te pergunto!

CARREIRA DE TIRO


Desprende a beleza que transportas no teu ser!...
Verte o copo de saber que possues,
para que eu o possa beber,
e saborear a sede que me percorre.........
Chora os teus amargos no meu abraço,
para que eu possa sentir o meu ir!
Peneira as flores da tua cameleira,
aqui sem eira nem beira..............
Que eu saberei investir,
na minha carreira!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

16 de abril de 2010

VERDADE E CONSEQUÊNCIA


Agora aprendi a escutar o silêncio...
A amar o diferente...
A seguir o voo de pássaros incandescente,
que algures me perturbaram a mente...
A apreciar a quietude da noite,
em que a suave melodia que abana o meu peito,
me faz recordar o teu sorriso quando me vias,
o teu olhar verdadeiro quando subias,
e me enlaçavas sem receio...
Agora,
agora, escutei o vento quente,
que sopra longe,
que nem sempre ilude o rasgar do meu coração...
Agora,
agora , se conseguirmos encontrar,
a sensação esquecida,
em vão de hipóteses fartas de explosões nefastas...
Será então agora,
meu amor,
que te direi,
o quanto sofri...
O quanto esqueci...
O quanto perdi...
Sem conseguir entrar em ti!..................

21 de março de 2010

CASAMENTOS


Pensamentos,
brancos, límpidos e ténues...
Recorda-se momentos que levaram a caminhos singelos...
A festa corre,
o saber do ser embarca para terras fertéis,
inundadas de paladares perfeitos...
Com jeito embala-se o berço...
Agarra-se o terço...
Dorme-se sem paz...
E pensa-se no que se é capaz...
A mente explode!...
O grito vem,
o desdém surge,
e a cumplicidade esmorece...
Pede-se serenidade,
apela-se à amizade...
Relembra-se palavras,
relêem-se histórias,
pergunta-se perguntas sem resposta...
A alma encosta,
a porta range...
Entre choros,
existem momentos de dor,
pede-se que a mágoa não distraia a mente cansada,
que tenta não perder,
o saber de alma,
que espreme e suga...
O Sacramento imponente,
que é o casamento!!!

14 de fevereiro de 2010

SUICÍDIO


Pouso as mãos,
ou antes,
ergo as mãos...
Despeço-me da mente,
antes porém,
tento decifrar o que ficou por decifrar,
puxar as linhas do desalinho,
da minha vida,
as cordas partidas,
da viola em que toquei o som do meu percurso...
Deparo-me com uma imensidão,
de agonias e despropósitos...
Não quero mais!
Não quero ver!
Não quero saber!
Sómente parar,
deixar-me ir...
Esquecer o ser,
perder o ter,
desaprender o saber...
Pouso as mãos,
ou antes,
ergo as mãos...
Dás-me um pedaço de pão?!...

6 de fevereiro de 2010

TEMOR

Temo o teu arrepio,
que é arredio...
Temo o meu arrepio,
que de tão forte o sentir,
não senti nada...
Sómente um estilhaço no peito...
Temo a tua força,
a tua dor,
a tua agonia,
que se torna em ira...
Ao mínimo estrebuchar,
de pétalas que caem ao sabor de lágrimas pesadas...
Temo o teu grito,
o teu silvo,
o teu tremor,
o meu tremor,
que sabe a pavor,
que me deixa sem cor...

TEMOR


16 de janeiro de 2010

EXISTÊNCIA


Se alguém me ama...
Se alguém me quer...
Se alguém...Se alguém...
Onde pára esse alguém?...
Será alguém que não me vê,
que não me sente?...
Porque estou além...
Afinal eu sou alguém?!...

RESGATE


Preciso talvez de químicos!...
Preciso talvez de arrogância!...
E de ganância?...
Será?
Apanhar a lama,
que resiste ao descalabre de vidas ocultas e pervertidas...
Subsiste apenas o desgaste,
e o infortúnio delinquente,
de fartura de estruturas com fissuras...
Por vezes,
a sensação de alegria,
ainda percorre a minha mente...
Será?...
Sinto a náusea enebriante do ópio,
que me faz iludir,
a inútil sensação de estar viva...
As taças de vinho,
que esvazio lentamente,
com olhar ávido de devaneio,
doentio e escusado...
Onde eu estou?
Onde eu paro?
Onde me está a levar,
o gosto pela saliva dura...
Pelo perigo aflito de cristais sem brilho,
que se lançam em labirintos,
esquecidos,
perdidos,
destratados...
Onde o sentir do corpo rasgar,
da mente que explode,
e do contacto proibido,
com chagas definitivas de podridão...
Nem já a alma agradece...
Nem reflecte...
Será que peço que cesse?!...

13 de janeiro de 2010

ENCANTO


Lá em baixo,
onde eu moro,
existe um cantinho!...
Um recanto,
cheio de encanto...
Onde me perdi...
E foi assim que te vi!...

CASO OU ACASO DE NÉON


Sempre que nos amamos,
em encontros de paixão e sedução,
desenho-te na minha imaginação...
Rasgos de loucura vã,
traços perdidos e esgotados,
luzes que fecham e calam...
Flashes de agonia pervertida,
símbolos drásticos,
com sabor a calor...
Onde não existe pudor,
onde o odor quente do arranharar da mente,
resurge forte,
e responde ao brilho esgotante,
duma noite perdida,
esquecida,
incapaz de mover o ser,
para além da linha devorante,
que dum instante acorda,
e toca num filamento de cores,
que estiram no firmamento...

MOMENTO


Sentir que a cabeça voa louca,
sentir que o vazio desvanece,
sentir que a alma cresce,
e desenha em ritmo descontrolado pautas e linhas,
ferventes de delírios e confusões...
Não existe decisão,
não existe contemplação...
O amor é feito de doações,
onde não existe esforço,
onde não existe dor,
nem tempo, nem sombras,
onde o calor afaga o teu pasmo...
Onde o cair das vestes é solto,
onde o largar do espaço é infinito,
e o sentir do ocaso trespassa a minha emoção...
Não perguntar,
não decidir, nem explicar...
Deixar acontecer,
revelar as imagens captadas no momento,
e para sempre fechar a porta,
que deixámos para trás...
Abrir o leque com um simples pestanejar,
de vidas soltas e simples...
Algures no tempo,
encontraremos muito e muito mais...
De momento,
só quero mesmo é este momento!...

25 de novembro de 2009

SORRISO


Guarda o meu sorriso!
Só para ti,
que és quem eu amo...
Não o deixes fugir,
que ele ainda é criança...
Agarra-o bem,
no teu coração...
E eu dou-te,
uma boa razão...
Para sorrires de paixão!

22 de novembro de 2009

O QUE É ISTO


Paciência
é a ciência
sem resistência
de seres retardados
de insuficiência

CANTO DE CHUVA


Aqui,
onde agora poiso,
é bom ouvir a chuva...
É bom sentir as gotas,
que caem,
como lágrimas cristalinas no meu corpo...
Espero o teu abraço,
o teu carinho!
Para que as afagues,
as salves,
e as leves para o meu abrigo!
Recanto dormente,
que sómente,
existe,
porque te pertence...

DESTINADA


Quando ela desceu,
sentiu o vento quente que soprava...
Deslizou a mente,
através de chamas vermelhas...
Atravessou a rua,
olhou,
tudo estava calmo...
Imperturbável!
Impenetrável!
Só mesmo este vento,
a afectava e lhe queimava o peito...
Não havia nada a fazer!
Só lhe restava aguardar,
e partir como o vento...

ALGUMA LEMBRANÇA


Lembras-te,
quando éramos suaves passarinhos?...
Lembras-te?!
Depois começámos,
a brincar aos cantinhos....
Lembras-te agora?!
Do quê?!
Onde ficou o teu cantinho?............

BRINCADEIRAS E MIMOS



Se tu soubesses o que te amo!
Se tu soubesses o me amas!

Sabes?!................

Queres que eu te diga?

E tu que me dizes?................

BRINCADEIRAS E MIMOS


EFEITOS

Sente-me nos teus braços...

Desliza-me pelo teu corpo...

Ama-me de verdade,
que consegues apanhar-me o jeito!...

Garanto-te,
que este nosso amor,
não tem defeitos,
nem preceitos....

Mas sim o encanto dum leito!...



EFEITOS


15 de novembro de 2009

OPÇÕES


Aconteceu que troquei o som do mar,
pelo chilrear dos passarinhos...
Aconteceu que troquei a eterna,
imagem das ondas a bater,
pela serra carregada de arvoredo...
Aconteceu que troquei o cheiro salgado e bravo,
por cheiros doces e calmos...
Aconteceu mesmo pois eu quis,
que acontecesse por ti!...

NADA COMO ARRISCAR


Se eu aprendi a amar-te...
Foi porque mo pediste...
Se sentiste as minha ilusões...
Foi porque sabias que me irias fazer feliz...
E é sincero o que sinto por ti..............

6 de novembro de 2009

MERGULHO NO AMOR


Se te fizer algo,
que te magoe.
Perdoa-me!
Encontra-me de novo,
afaga-me os seios...
Beija-me de encontro a ti...
Absorve-me sem limites!
E enquanto dura,
não perguntes,
nem sintas por mim...
Porque não existem limites para mim!!!

HOMEM DEDICADO


Parecia mentira...
Mas aconteceu...
Sucedeu... Sucedeu...
Parecia impossível...
Mas aconteceu...
Sucedeu...Sucedeu...
Parecia que não queria, e me iludia...
Parecia que não sabias...
Mas atingiste, e pediste mais...
E, eu nem sabia que me estavas a amar!!!

ALGUM HOMEM


Se serpenteei,
o teu brilho nas minhas mãos...
Desejei-te!
Se deslizei,
a tua pele na minha...
Encontrei!
Se me chamas...Eu vou!
Se exclamas,
e comandas...
Abraço-te,
sopro-te um sorriso certeiro...
E perco-me,
em desejo!

HOMENS PARA APROVEITAR


Acreditar no teu olhar!
Entrar no teu pensar...
Atalhar,
procurar, sem esperar...
Captar agora! Sem acreditar....
Espalhar,
saltar!
E AMAR